sábado, 24 de dezembro de 2011

DEPOIS DE CARREGAR NO BOTÃO VERMELHO...


Daqui fala a Voz. O Miguel P. diz ter descoberto o seu segredo. Miguel P. releve o que descobriu.
- Eu acho que já não acreditas no Pai Natal!
Diga-me: é este o seu segredo ?

(...)

A Voz confirma. Não é este o seu segredo, Todo o desejo de muita alegria, harmonia, amizade, saúde, paz e amor do Miguel P.  será depositado no seu Natal!


Um Feliz Natal para todos ;) 

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

FRUSTRAÇÃO


Frustração. Já o sentiram? Não?! Então não estão no meu Mundo. Ou não estão conscientes do que se está a passar mesmo em frente aos vossos olhos. Se me perguntarem o que defino como frustração, a minha resposta será “não sei”. No entanto sei que o sinto, pois não estou chateado com o mundo que me rodeia. Não estou magoado. Sinto apenas injustiça trás de injustiça e sinto-me incapaz de conseguir mostrá-lo aos outros. O que sinto está baseado nisso. Acham que não tenho motivos para sentir frustração?
O que me frustra é o facto de ver à minha frente o Mundo a “cair” e não poder “segurá-lo”, ajudá-lo a recompor-se. É o facto de sabermos que algo é errado, mas não podermos fazer nada para melhorar, pois, atualmente, os “bons” são vistos como “maus” e os “maus” como “bons”.


Notamos uma coisa na sociedade juvenil actual: quem são os “adolescente populares”? Os que se importam com o futuro? Os que estudam para tirar um curso para poderem arranjar um bom emprego futuramente? Os que querem o bem dos outros? Os que lutam em prol de um melhor lugar para estar? Os que sabem que o álcool não deve ser ingerido em abundância pois pode prejudicar a nossa saúde? Os que sabem que fumar pode provocar montes de doenças cancerígenas que nos levam à morte? NÃO. E mais perguntas obteriam esta resposta.

Na mentalidade atual dos jovens o álcool e as drogas, principalmente o tabaco, são estimulantes para o sucesso nas amizades, nos grupos sociais. São necessários para se integrar, para que gostem deles. Porque fará um copo de vodka ganhar mais amigos do que a nossa personalidade? Poderia ser a pior pessoa do mundo, ser rude e egoísta, hipócrita e mal educado, não me importasse minimamente com ninguém, e mesmo assim iria ser visto como um “bacano”, ter os meus amigos “bacanos”, iria-me integrar, pois tinha um copo de cerveja na mão, já depois de ter ingerido um tanto. As conversas iriam ser sobre a bebedeira de ontem à noite, sobre a “ganza” da semana passada.


Agora peço um momento para questionar. Bem, somos considerados animais racionais, que “supostamente”, deveríamos ser os seres mais inteligentes do Mundo, do Universo, certo? E quê? Isto é que é inteligência?! Fogo, é caso para perguntar: quem foi o “cérebro inteligente” que inventou tamanha farsa, pá?       

domingo, 20 de março de 2011

Agora Vais Sonhar


Agora vais sorrir
Vais dizer o que estás a sentir
‘Bora olhar para trás, para ver o que nos faz
Agora vais sorrir

Agora vais chorar
Vais pedir para te abraçar
‘Bora olhar para a frente, para ver como é diferente
Agora vais chorar


Frente a frente
Contra o inimigo
Mesmo aparente
Pode ser um perigo

É no dia a dia
Que soltas encanto
Faz por magia
Que te tema tanto

Agora vais correr
Vais sentir o vento a bater
‘Bora olhar o luar, para nos iluminar
Agora vais correr

Agora  vais sonhar
Vais deixar-me aqui ficar
‘Bora olhar para ti, para me fazer feliz
Agora vais sonhar

Frente a frente
Contra o inimigo
Mesmo aparente
Pode ser um perigo

É no dia a dia
Que soltas encanto
Faz por magia
Que te tema tanto

Agora  vais sonhar
Vais deixar-me aqui ficar
‘Bora olhar para ti, para me fazer feliz
Agora vais sonhar

Agora  vais sonhar
Vais deixar-me aqui ficar
‘Bora olhar para ti, para me fazer feliz
Agora vais sonhar

Agora  vais sonhar
Agora vais sorrir
‘Bora olhar para ti, para me fazer feliz
Agora vais sonhar

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

E QUANDO O SOL SE REVELAR POR ENTRE AS NUVENS?


É linda a história de uma pequena criança que brinca no seu cantinho, sem quer incomodar, só querendo brincar. Sempre que falamos disto não usamos um vocabulário muito complexo, pois as crianças são simples seres felizes que gostam da sua vida, que reclamam só porque preferem aquele ao outro brinquedo. No fundo todas as crianças são iguais, todos aparentam ter os mesmos desejos, sempre com gostos diferentes mas nunca querendo ficar atrás do seu amigo. No entanto, a história do menino que vos vou contar é um pouco mais diferente, um pouco mais confusa.



Era uma certa vez, um menino pequenino. Este menino era muito adorado, mas nunca pelos outros meninos. 

Ele apesar de ter noção que o seu papá, a sua mamã e a sua família gostavam dele, não era tão feliz como os outros meninos da sua escola. Apesar de se achar diferente dos outros, ele não queria ficar atrás na felicidade, então inventava coisas, pois era muito engenhocas, para que fosse feliz e ao mesmo tempo cativasse os outros a gostarem dele. Depois de muitas tentativas verificou que tinha sido tudo em vão, os outros continuavam a vê-lo da mesma forma. Ele sentia-se confuso e triste.

Aprendeu rapidamente a escrever e a ler. Gostava imenso de fazer contas, mas começou sentir que se libertava exprimindo no papel o que sentia, o que sempre ficou preso no coração. No entanto, nunca conseguia se exprimir como queria porque tudo era confuso na cabeça dele, no seu pequeno coração.

Um dia à tarde, estava ele sentado no chão da sua varanda, encostado na parede de sua casa, espreitando com os seus grandes olhos o céu. Notava-se uma tristeza no rosto da criança. Era compreensível: só havia nuvens, o céu estava coberto. Ele reflectiu o que via sendo a sua vida onde: ele seria o sol, a terra seria os seus colegas e as nuvens a barreira que faziam com que estes não percebessem como realmente ele era . Então pensou: “E quando o Sol se revelar entre as nuvens?”. 

Levantou-se apressadamente e foi tirar uma folha de papel branca da impressora, pegou numa caneta e começou a escrever.  

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

O QUE SERÁ?


O que será? Poderá o pobre menino vir a descobrir? Num dia de sol tão quente, com o vento frio, sente o menino o estremecer do coração. Este aquece-o de raiva por dentro, queimando todos os seus neurónios. Desta maneira, não consegue o pequeno menino pensar e isso torna o seu dia-a-dia frustrante, pois apesar de se sentir inútil sente-se também incapaz de falar algo que tenho jeito. Sente necessidade de se exprimir, mas não tem ninguém que o possa ouvir, então reproduz isto em “barbaridades” que magoa quem ele mais gosta, e que o faz infeliz. De uma maneira mais real, este sentimento não tem saído de dentro do menino, e é essa incapacidade de ser feliz que se revela com nervos, originando a raiva e agravando toda esta situação.